Luzia morreu duas vezes. Sua primeira morte foi há mais de 11 milhões de anos, quando não atendia por esse nome e nem sequer sonhava que um dia seria a pessoa cujo esqueleto se tornaria um marco na história da ciência mundial ao ser encontrada, analisada e identificada como parte de um grupo de negroides que veio caminhando do lugar hoje chamado África para o lugar hoje chamado América. Sua humanidade foi revivida pelo trabalho de pesquisadores e artistas que recriaram suas formas e…Continue a ler “Incêndio no Museu Nacional: o que aprendemos com a segunda morte de Luzia”